Calorias

Onde gastamos as calorias?


Descubra as razões que diferem no gasto energético de cada pessoa

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Sabia que, para percorrer uma mesma distância, um indivíduo com 100 kg gasta mais calorias que um indivíduo que pesa apenas 70 kg? E que a diferença entre um dia passado sentado e um dia em que aproveita os tempos mortos para se mexer “apenas” um pouco mais, pode ser de 500 calorias?



Ritual:

Aproveite pequenos “tempos mortos” ao longo do dia – por exemplo enquanto espera pelo autocarro ou pela sua vez para ser atendido – para estar de pé, deambular, ou subir e descer escadas, aumentando assim o dispêndio energético diário.


A energia que despendemos diariamente provém de três componentes principais, sendo que apenas um deles depende maioritariamente da nossa vontade – o dispêndio energético em atividade física. Os restantes, a Taxa Metabólica de Repouso (determinada pelo tamanho do nosso corpo) e a Termogénese Alimentar não são muito modificáveis e por isso não nos devem ocupar a lista de preocupações.

Neste contexto, sempre que se pretende aumentar o dispêndio energético diário, a forma mais acessível de o fazer é aumentar os gastos em Atividade Física.

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Temos duas opções:

1) Aumentar a Atividade Física Informal, através de opções como mais marcha nas rotinas diárias (p.ex., já que vamos almoçar, porque não dar uma volta de 10-15 minutos ao quarteirão?), ou manutenção da posição em pé sempre que possível (designada de postura ortostática);


2) Aumentar a Atividade Física Formal (o designado Exercício Físico), através por exemplo da realização de caminhadas e passeios de bicicleta, da participação em aulas de grupo ou musculação em ginásio, ou praticar o seu desporto preferido.

Bem exploradas estas opções, podemos estar a contribuir para que os gastos referentes a esta parcela de energia sejam superiores a 1000 kcal por dia (cerca de 40% do nosso Dispêndio Energético Diário) e para que passos consideráveis na aquisição de um peso e composição corporal saudáveis sejam dados! Vamos a isso?

A CONSIDERAR:


• Aproveite os tempos mortos (previstos ou imprevistos) para se deslocar ou manter posições mais dispendiosas do ponto de vista energético. Caminhar enquanto espera à hora de embarque no aeroporto ou optar por efetuar as viagens de Metro em pé são dois exemplos.

• Aproveite os intervalos das suas séries televisivas preferidas para realizar alguns exercícios e os intervalos no trabalho para caminhar um pouco.

• Procure aumentar progressivamente a duração e intensidade com que se exercita. Estes aumentos resultam em maiores consumos de oxigénio no período pós-exercício e, consequentemente, num maior dispêndio energético.

• Mude o “interruptor”interno que está automaticamente no OFF (“vou descansar sempre que possível”) para a posição ON (“vou mexer-me sempre que me deixarem”)!

© Órbitanews 2014