Engravidar 2

Descubra as diferenças de ser mãe aos 20, aos 30 ou aos 40!


Engravidar aos 20 anos

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De uma perspectiva puramente biológica, o melhor é começar a tentar engravidar antes dos 35 anos. No entanto, na sociedade actual, este está longe de ser o único critério a ter em consideração quando o assunto é a maternidade/paternidade. Cada vez mais as mulheres/casais planeiam uma gravidez em função da sua estabilidade profissional, financeira e até emocional (pelo que a idade média em que as mulheres têm o primeiro filho tem vindo a aumentar). Neste processo de decisão, é importante estar a par do quanto a idade pode afectar a sua fertilidade, bem como dos prós e contras de ser mãe aos 20, aos 30 ou aos 40. A revista Fitness e a Clearblue falam-lhe das diferenças...

A idade é a sua maior aliada. O seu jovem organismo está programado para conceber e, provavelmente, ainda o estará quando decidir avançar para o segundo filho!
Em média, um casal jovem e saudável na casa dos 20 anos tem entre 20 a 25% de probabilidades de conceber em qualquer ciclo menstrual! E se, aos vinte e poucos, as probabilidades rondam os 100%; nos mais tardios 20 são de 94%. Nesta faixa etária, episódios de infertilidade inexplicada não são expectáveis e a ocorrência de barreiras à concepção como miomas e/ou endometriose é menos habitual.

Prós
A jovialidade e energia do seu organismo permitem-lhe viver uma gravidez mais saudável e menos ensombrada por preocupações como o risco de aborto espontâneo, anomalias nos cromossomas, hipertensão, diabetes, nascimentos prematuros e outros. Deste ponto de vista, nesta fase, uma gravidez é mais fácil.
Do alto dos seus enérgicos vinte e poucos anos, também é provável que tenha mais “garra” para enfrentar noites sem dormir e ainda ser capaz de “funcionar” no dia seguinte.

Contras
Por outro lado, nesta altura ainda não usufrui da estabilidade profissional e financeira desejável para levar por diante a educação de uma criança. Um filho exige muito mais tempo, atenção, dedicação e dinheiro do que normalmente temos (e até do que estamos dispostos a dar) nesta fase da vida. Pois é, terá que aprender a repartir o seu (precioso e já escasso) tempo livre. Ou seja, programas sociais, como noitadas, férias “selvagens” ou simples idas ao cinema, ficarão bem mais condicionados durante algum tempo, e, acredite, esta gestão de tempo acaba por se revelar muito difícil no dia-a-dia, estando até na origem de tensões familiares. Afinal, ainda tem muitas aventuras pela frente…
Mas, mantenha a perspectiva, quando estiver na casa dos 40, os seus filhos já são mais independentes e o seu sentido de liberdade já poderá ser retomado.


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